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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Fim do mundo?



Fiquei a par de alguns dados, através da Zampetti Publicidades, que ainda me fazem refletir. Comenta o publicitário Vitor Hugo Zampetti: quando cai um avião com 157 passageiros (sem tirar a importância, logicamente), a mídia fica 2 a 3 anos falando sobre o episódio. Lamentamos a fatalidade, sem dúvida. Porém na região metropolitana de Porto Alegre já foram assassinadas 1000 pessoas até a data de hoje desde o início de 2012 (9 aviões caindo). Em São Paulo unicamente de 1 a 27 de novembro 358 assassinatos (2 aviões  em menos de um mês). Será que a vida está perdendo importância, pergunta Vitor Hugo.
Tenho a impressão de que há uma resposta para isso e tem o nome de transição.
Transitar significa migrar de um lugar para outro, ou seja, sair de uma situação de estabilidade (equilíbrio), provocar-se desequilíbrio, para então, encontrar a próxima estabilidade (equilíbrio).
Estamos no olho do furacão? Sim. Encontraremos uma forma melhor para viver e conviver? Sim. Então, qual a solução? Que comecemos por nós próprios.
Tantos e tantos querem mudanças, o fim da violência, da corrupção, da injustiça com o meio ambiente. O que estamos esperando? A quem estamos esperando?
Esta mudança não pode vir de alguém ou de alguma coisa. É a soma de todos nós, de todas as mudanças que nos propormos verdadeiramente a fazer que fará vitoriosa a ética pela vida. 
Cada um deve começar pelo mais simples, na sua vida diária. Está na hora de findarmos este tipo de mundo ao qual vivemos. 

 

 

 

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