Fiquei a par de
alguns dados, através da Zampetti Publicidades, que ainda me fazem refletir.
Comenta o publicitário Vitor Hugo Zampetti: quando cai um avião com 157
passageiros (sem tirar a importância, logicamente), a mídia fica 2 a 3 anos
falando sobre o episódio. Lamentamos a fatalidade, sem dúvida. Porém na região
metropolitana de Porto Alegre já foram assassinadas 1000 pessoas até a data de
hoje desde o início de 2012 (9 aviões caindo). Em São Paulo unicamente de 1 a
27 de novembro 358 assassinatos (2 aviões
em menos de um mês). Será que a vida está perdendo importância, pergunta
Vitor Hugo.
Tenho a
impressão de que há uma resposta para isso e tem o nome de transição.
Transitar
significa migrar de um lugar para outro, ou seja, sair de uma situação de
estabilidade (equilíbrio), provocar-se desequilíbrio, para então, encontrar a
próxima estabilidade (equilíbrio).
Estamos no olho
do furacão? Sim. Encontraremos uma forma melhor para viver e conviver? Sim.
Então, qual a solução? Que comecemos por nós próprios.
Tantos e tantos
querem mudanças, o fim da violência, da corrupção, da injustiça com o meio
ambiente. O que estamos esperando? A quem estamos esperando?
Esta mudança não
pode vir de alguém ou de alguma coisa. É a soma de todos nós, de todas as
mudanças que nos propormos verdadeiramente a fazer que fará vitoriosa a ética
pela vida.
Cada um deve
começar pelo mais simples, na sua vida diária. Está na hora de findarmos este
tipo de mundo ao qual vivemos.
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