Em 10 de junho de 1856, nascia Nikola Tesla. Depois
dele, algumas dezenas de pessoas geniais voltadas ao mesmo interesse: servir.
Todos foram assassinados.
Alguns
literalmente; outros tiveram as suas ideias assassinadas.
Eles ousaram revelar a verdade sobre a energia. Se, as
suas cabeças não tivessem sido decapitadas, todo o cenário em que vivemos hoje
de miséria e distorção do verdadeiro sentido das sociedades seriam
absolutamente diferentes. Viveríamos fundamentados na solidariedade e não na
competitividade.
O planeta é dominado por algumas famílias. Abaixo
delas, sucessivas outras zonas de interesse. A partir disso todo o cenário
é fabricado. Crises, guerras, avanços e declínios desta e daquela nação. Num
jogo de bilhões, trilhões e poder não pode haver espaço para os acasos. As
manipulações das regras garantem que os ganhadores sejam sempre os mesmos.
O resultado disso? Uma civilização humana consumista,
temerosa, deprimida, ansiosa, violenta e egoísta.
O
sistema nos trata como animais que são alimentados e vão dormir depois disso.
Ao consumirmos tanto, pensamos estar realmente satisfeitos. E, agradados, não
precisamos reivindicar.
Mas, de alguma maneira, quem sabe pelo próprio avanço
interno do ser humano, as coisas têm saído do controle. Conseguimos nos dar um
espaço para pensar e revelar nossas ideias. Elas podem ganhar o mundo e se
somar as outras propostas.
Estamos acordando...
Isto também tem um resultado: um ser humano voltado à
arte, à natureza, à música, ao outro e à amorosidade.
Os jovens estão percebendo, neles há “outro programa interno”.
Também os jovens de espírito, as pessoas sempre abertas ao novo. Começamos uma revolução de atitudes.
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